sexta-feira, 3 de julho de 2015

Ibram abre processo seletivo para preencher 31 vagas temporárias

Equipe vai reforçar brigada de combate a incêndios em Brasília durante o período da seca

Foto: João pedro.

Brasília se encontra em estado de emergência ambiental há 16 dias devido à queda da umidade relativa do ar. Para ajudar no combate a incêndios, comuns nesta época do ano, o Instituto Brasília Ambiental (Ibram) abriu, nesta quinta-feira (2), processo seletivo para contratação temporária — por um período de quatro meses — de um chefe de brigada, seis chefes de esquadrão e 24 brigadistas florestais. O edital foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal.

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas de 6 a 10 de julho — de forma presencial — na sede do instituto, na SEPN 511 Bloco C, térreo, Edifício Bittar. O horário de atendimento será das 9 às 12 horas e das 13 às 17 horas. O candidato deve apresentar carteira de identidade, CPF, título de eleitor, comprovante de residência e certidão de nascimento ou de casamento.

O requisito obrigatório para participar da seleção é ter feito curso de formação para brigadistas em prevenção e combate a incêndios florestais fornecido pelo Ibama, pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, pelo Corpo de Bombeiros ou por órgãos ambientais estaduais. Os candidatos aos cargos de chefes de brigada e de esquadrão devem portar a Carteira Nacional de Habilitação categoria B. Os aprovados terão como benefício o seguro-acidente.

Os brigadistas florestais atuam no auxílio ao Corpo de Bombeiros. Procuram não só combater os primeiros focos de incêndio nas unidades de conservação como também fazem um trabalho de prevenção, com a confecção de aceiros — desbaste de um terreno em volta de uma propriedade ou mata para impedir a propagação de incêndios — e rondas ostensivas.

Plano
A coordenadora de monitoramento da qualidade ambiental do Ibram, Vandete Inês Maldaner, lembra que existe na capital um Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais, estabelecido por lei em 1996, que visa minimizar as ocorrências de queimadas por meio de ações programadas. Coordenado pelo instituto, um grupo reúne-se mensalmente para avaliar a situação da seca e planejar ações preventivas.

De acordo com a coordenadora, as maiores causas de incêndio são a queima de poda de árvores e lixo. “Já estamos desenvolvendo nas escolas um trabalho com educadores ambientais para sensibilizar os estudantes e a sociedade na prevenção dos incêndios.” Essa ação faz parte do programa Fogo Apagou, do Ibram. O processo de confecção de aceiros também já está em andamento.

As funções dispostas no processo seletivo têm caráter temporário. Assim que terminar o motivo do estado de emergência, os grupos de brigada serão dissolvidos.

Fonte: Redação.

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