sábado, 13 de junho de 2015

Como escolher o concurso ideal?

Veja as dicas do Grupo Impacto para que o concurseiro faça uma boa escolha perante a grande oferta de editais e vagas

Com a aprovação da Lei Orçamentária (LOA) pelo Congresso Nacional, são 28.957 mil vagas que poderão ser criadas na administração pública e 41.294 cargos a serem providos em 2015. A oferta representa um dilema para muitos candidatos. Afinal, o que deve ser considerado para escolher um concurso público?

É comum que os concurseiros olhem primeiramente para salário e também para a quantidade de vagas a fim de estimar as chances de sucesso nas provas. Os números mexem com o imaginário e alimentam os sonhos de muitos candidatos. “A remuneração acima da média atrai muitas pessoas. Como acontece com os concursos da Câmara Federal, Senado e Tribunal de Contas da União”, conta Fabrício Melo, diretor do Grupo Impacto.

Entretanto, não basta focar apenas em uma nova faixa salarial, é preciso considerar outros fatores para decidir pelo concurso mais adequado. Como alerta o diretor, “a remuneração pode ser um parâmetro para a escolha, entretanto, é um perigo quando muitos olham apenas para ela e nem sabem quais são as atribuições do cargo”, disse.

A escolha de um concurso é uma decisão importante, por definir os rumos da vida profissional. Para fugir das frustrações de uma escolha equivocada, Melo recomenda conhecer as metas individuais e saber se o candidato se enquadra no perfil da vaga requerida. “Estamos falando do futuro de uma pessoa, do que ela escolheu para passar boa parte da sua vida. Então, colocar os prós e os contras na balança seria essencial”, afirma.

O diretor ainda exemplifica: “uma pessoa que nasceu para ser policial, nunca irá se adaptar como técnico administrativo de um tribunal ou gerente de um banco. Caso a pessoa tenha dúvidas, recomenda-se uma orientação vocacional com um profissional”, pontua.

Ao se candidatar a uma vaga no concurso público, pode-se usar as mesmas orientações do mercado privado. É recomendável conhecer o órgão, visitando o portal na Internet ou ainda “conversar com os servidores, pois é uma oportunidade para ponderar a escolha. Já pensou se o candidato estuda, passa, toma posse e percebe que não era aquilo que planejava ser? Pode ser uma grande decepção profissional”, atenta.

Melo também adverte sobre os perigos da filosofia de alguns concurseiros: ‘o importante é passar, depois descubro o que fazer’. Segundo o diretor, é fundamental entender quais serão as funções e atribuições do cargo. “Imagina estudar horas e horas, investir dinheiro em cursos para, só depois, descobrir se irá se adaptar ao cargo?”.

A leitura do edital é fundamental. Nele, o candidato encontrará todas as informações sobre o certame. Entre elas, estão: quais são as atribuições do cargo, a carga horária e a lotação. Qual o regime adotado pelo órgão, se é estatutário (serviço público, órgãos da administração direta e indireta, como Ministérios) ou CLT (no caso de empresas públicas, como Banco do Brasil). Como será a seleção e o tipo de prova (escolha de alternativas ou para julgar certo e errado).

Dicas para uma boa escolha:

- Metas pessoais: conheça seu perfil profissional;

- Conheça o órgão: visite o site oficial, leia sobre o órgão e converse com servidores;

- Pesquise sobre o cargo e as atribuições: saiba com o que irá trabalhar;

- Veja quais os benefícios: o serviço público inclui outros direitos;

- Leia o edital: onde estão as regras do seu concurso e as informações mais importantes.

Fonte: Redação.

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