terça-feira, 9 de abril de 2013

Planejamento autoriza 1.000 vagas para Polícia Rodoviária Federal



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Saiu a autorização para um dos concursos mais aguardados do ano: o da Polícia Rodoviária Federal (PRF). A permissão foi publicada pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MP) no Diário Oficial da União desta terça-feira (9/4), página 61 da primeira seção. Segundo a portaria, serão mil vagas para o cargo de agente, que tem salários iniciais de R$ 5.804,95. Ao fim da carreira, a remuneração pode chegar a até R$ 10.544,14.

A responsabilidade pela realização do certame será do diretor-geral do Departamento da Polícia Rodoviária Federal, a quem caberá baixar as respectivas normas, mediante a publicação de editais, portarias ou outros atos administrativos. O prazo para a liberação do edital de abertura será de até seis meses, contado a partir da publicação da portaria, ou seja, até setembro.

Mais informações
O certame mais recente da PRF foi lançado em setembro de 2012, com 71 oportunidades. Puderam concorrer pessoas com níveis médio e superior de formação. Os salários foram de R$ 2.364,47 a R$ 2.671,22 para jornada de trabalho com 40 horas semanais.

Os cargos oferecidos foram de técnico de assuntos educacionais, com três chances; técnico de nível superior, com apenas uma vaga; e agente administrativo, único cargo que exigiu nível intermediário, que ofertou 67 chances imediatas.

Agente
Em 2009, um concurso foi aberto com 750 oportunidades para policial rodoviário federal. O resultado final veio somente em setembro de 2012 e a nomeação em janeiro de 2013. Houve mais de 113 mil inscrições, gerando uma concorrência de 151 candidatos por chance.

Para uma jornada de 40 horas semanais, o salário ofertado foi de R$ 5.620,12. Foram oferecidas áreas de fiscalização, patrulhamento e policiamento ostensivo, atendimento e socorro às vítimas de acidentes rodoviários e demais atribuições relacionadas com a área operacional da PRF.

Suspensão
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP/RJ) determinou a suspensão do concurso após suspeitas de fraudes. As denúncias envolviam funcionários da Funrio, empresa que organizou o certame na época. Mas a investigação não teve provas suficientes para constatar o vazamento de gabarito ou caderno de questões. 

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